Real World

.: Perfil :.

Nome: Leandro

Apelido: Leo, MaVeR

Idade: 25

Signo: Peixes

Cidade: Rio de Janeiro

Hobbies: Dançar, estar com amigos, Cinema, TV, Livros

Comida: Bife de Fígado com batata-frita.

Musica: E-music na veia.

Filme: SCI-FI

Livro: Senhor dos Anéis

ICQ: 25980300


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:: Terça-feira, Janeiro 31, 2006 ::



Injeção de esperança

Entra dia sai dia, leio reclamações, muito justas, sobre hospitais, violência, educação, esgotos, gigogas etc. Mas não se evidenciam esforços consistentes para a resolução desses problemas que afligem a população de forma tão dolorosa. Será que não seria uma injeção de esperança vermos alguém realmente preocupado com a qualidade de vida da população e não somente com projeção política e projetos eleitoreiros?
:: Leo / MaVeR 3:24 PM [+] ::
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Saiu no O GLOBO:

O casamento no futuro

SEMANA PASSADA UMA REVISTA publicou matéria de capa sobre casamentos abalados pela chamada "traição virtual". É assunto quentíssimo. Segue intensa a troca de mensagens maliciosas, através da internet, entre pessoas que não se conhecem - mas podem vir a se conhecer. É o jogo da sedução sendo exercitado a qualquer hora, dentro de casa, com estranhos. Ulalá.
Nem é preciso procurar: cedo ou tarde uma oportunidade se apresenta e poucos rejeitam a chance de testar se ainda conseguem provocar um encantamento em alguém, mesmo que não estejam dispostos a levar o romance adiante. O nome disso é flerte, azaração. Todo mundo sente esta necessidade em algum momento. Você que agora está pensando "eu não", sente também - ou vai sentir um dia. O que diferencia uns dos outros é que alguns reprimem este desejo para não correr nenhum risco, para não afrontar Deus ou por medo de si próprios.
A internet facilitou o encontro e a onda da "traição virtual" se propagou. Mas não há nada de novo, a não ser o método. Homens e mulheres sempre conviveram com essa espada sobre a cabeça, e conviverão até o fim dos dias, a não ser que reduzam o espaço para a fantasia em suas vidas.
Torna-se cada vez mais urgente refletir sobre esta instituição tão idealizada: o casamento. Antigamente, o pai trabalhava para pagar as contas, a mãe ficava em casa cuidando dos filhos e todos viviam felizes para sempre - ou acomodados para sempre. Depois mudou: a mulher saiu da esfera privada para a pública e o casal passou a ter os mesmos direitos e a mesma independência. Um avanço.
Estava tudo bem até que a internet colocou o planeta inteiro no nosso colo. Hoje você faz supermercado, reservas de hotel, transferências de dinheiro, participa de reuniões, declara seu imposto de renda, distribui fotos para a família, tudo sem botar o nariz pra fora de casa. Natural que o adultério se valesse desta facilidade também.
Não há quem, sendo um sedentário emocional, não sonhe em recuperar o desejo e exercitar a sedução. A sensação de estar "condenado" a uma prisão perpétua - ainda que uma confortável prisão domiciliar - estimula planos de fuga. É natural. Mais natural do que a fidelidade, se formos 100% honestos.
Saída? Algumas pessoas casam duas ou três vezes na vida, às vezes quatro. Isso ainda é visto como uma exceção. A tendência, a meu ver, é que vire regra. No futuro, as pessoas reavaliarão seu enfoque romântico: o "pra sempre" perderá a importância. Mais valerá uma relação curta e intensa, sem válvulas de escape, do que uma eterna, porém propensa a frustrações. As crianças serão educadas para amores provisórios, e não definitivos. Os filhos saberão desde cedo que o pai e a mãe provavelmente constituirão mais de uma família, com possibilidade de novos irmãos. Como já vem ocorrendo, nenhuma novidade até aqui. O problema é que esta fórmula ainda gera muito sofrimento, porque continuamos sendo educados para o "pra sempre" e cultivando uma culpa infinita, todos: tanto aqueles que se resignam como aqueles que se rebelam.
Se quisermos ter relações mais honestas e apaixonantes, sem a busca de subterfúgios, teremos que aceitar a diminuição do tempo de convívio sem considerar que isso seja um fracasso. Só uma mudança de mentalidade poderá gerar uma sociedade menos adúltera. E ainda assim, não boto minha mão no fogo."

Martha Medeiros - Revista de Domingo

E não é que depois de ler isso, começo a ver as coisas de uma forma diferente?!

Me sinto melhor....life moves on.

FIGHT THE FUTURE...
:: Leo / MaVeR 3:43 AM [+] ::
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:: Quarta-feira, Janeiro 25, 2006 ::



Sem vontade, sem criatividade, sem forças, sem nada......
Simplismente não dá para ficar atualizando aqui. A dor é grande. Me consome. O vazio dentro de mim, dentro do meu quarto, dentro da minha vida me sufoca durante todo o dia. A impressão que tenho é que retiraram o meu chão e agora estou flutuando em algum lugar sem saber em que direção ir. Apenas quero dormir, e dormir e dormir. Nem o chocolate me distrai.
Um post com o ocorrido está sendo feito. Mas em questão da minha constante variação de humor (as vezes melancólico, as vezes depressivo, as vezes com raiva...etc etc etc) pode ser que demore um pouquinho. mas em breve posto aqui.
:: Leo / MaVeR 2:39 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Janeiro 19, 2006 ::



Cão na pista

Um vira-lata assustado pula de cima de uma das lajes do Túnel Rebouças, espatifando-se na pista e interrompendo o trânsito no sentido Centro. Juntam-se em torno do animal pessoas sensibilizadas, abandonando seus carros e dificultando ainda mais o fluxo do tráfego no local. O cão acaba morrendo nas mãos de um gentil gari.
Um fato que devia ser corriqueiro, demonstrando um espírito humanitário elevado e natural que, infelizmente, rareia em detrimento de nossas próprias vidas urbanas.
E a pergunta que fica no ar: "haveria tanta gente em volta se fosse um ser humano?"
:: Leo / MaVeR 12:28 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Janeiro 18, 2006 ::



Satisfação

Fiquei muito satisfeito pelo pronunciamento do presidente da República na TV.

Deu tempo de lavar a louça do jantar, antes de começar o "Jornal Nacional".


:: Leo / MaVeR 3:25 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Janeiro 17, 2006 ::



Mistérios do Universo

Por que os namorados tem o péssimo hábito de brigar e/ou reclamar conosco mesmo quando a gente faz tudo certo da maneira que eles pediram???
:: Leo / MaVeR 3:32 PM [+] ::
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Frase do dia:

Ariel Sharon pode até melhorar, mas bom, bom mesmo, ele não vai ser nunca.
:: Leo / MaVeR 2:01 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Janeiro 16, 2006 ::



Dente

Achei que arrancar um dente fosse pior. Doer mesmo, não doeu nada. Não na hora pelo menos.
Se bem que fiquei um pouco na dúvida se o que seria arrancado pelo dentista, e sua sempre falante assistente, era o meu dente ou minha bochecha.
E era um tal de "agora estamos injetando a anastesia; agora estamos colocando o algodão; agora vai sair um pouco de sangue; agora vamos tirar o algodão cheio de sangue"...
Será que alguém poderia dizer a ela que esse tipo de coisa as vezes pode assustar o paciente. E nem reclamar a gente pode!!! Estamos lá, de boca aberta, sem poder movimentar , aquele gosto HORROROSO de anestesia. E mesmo se fosse possível falar, talvez eu fosse mais cuspir do que qualquer outra coisa. Alguém consegue falar nomalmente com a boca cheia de anestesia e com a lingua toda mole???
Então, era sentar, abrir a boca, nao falar e só ficar olhando para aquela maldita luz que fica na sua cara e nos faz ver bolinhas coloridas após levantarmos da cadeira. Quando a gente desvia o olho da luz, olhamos ou para a cara do dentista (eu particularmente não consigo fazer isso. Olho para qualquer coisa, menos para a cara do dentista) ou olhamos para a cara da assitente faladeira. Ela com aquele sorriso falso, querendo mostar que os dentes dela são tao brancos, mas TAO brancos, que vale a pena fazer o tratamento a laser para clarear os dentes e ficar endividado até o próximo Natal, que é quando sai o 13º e conseguimos pagar parte de nossas dívidas.
Anyway, dor quase não teve. Um pouco dolorido a noite, mas nada de demais. Um pouco do meu juízo foi-se embora junto com o dente.
E ainda faltam 3...
:: Leo / MaVeR 1:34 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Janeiro 12, 2006 ::



Farra das vans

A suspensão da fiscalização das vans foi um ato populista. Isto é uma clara vitória da bandalha.
Felizes devem estar aqueles que circulam ilegalmente, colocando em risco a vida dos passageiros e dos pedestres. Ainda por cima, a porta foi aberta para os que querem obter algo deste governo. Sigam os exemplos das vans. Se eles conseguiram, todos devem tentar. O bem-estar da população já foi relegado a segundo plano há muito tempo. O importante para nossos governantes é a perpetuação no poder.
E tenho dito.
:: Leo / MaVeR 1:53 PM [+] ::
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Dei uma atualizada no Template do meu blog. Botei a minha idade ( eu já estava com 24 anos há quase 2 anos...), tirei alguns links que não existiam mais, atualizei o endereço de outros e acrescentei mais alguns.
É isso aê....tô dando uma de Maria e tirando a poeira desse bloguito.
:: Leo / MaVeR 1:26 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Janeiro 11, 2006 ::



SPC no SPC

Saiu na coluna do Ancelmo Gois, no O GLOBO:

"Veja esta. Há seis meses, a empresa CAS 2000, do Rio, tenta receber por serviços de informática prestados ao...... SPC, este mesmo, o algoz dos inadimplentes.
O SPC chegou a dar um cheque, mas sustou."

Er...como se faz para colocar o SPC no SPC!?
:: Leo / MaVeR 5:16 PM [+] ::
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Tem coisas que as pessoas acham graça, acham "divertido".
Ou me explica onde é que fica a graça disso ou me chame de burro por não ter entendido a piada.
Acho que ando perdendo meu senso de humor.
:: Leo / MaVeR 12:40 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Janeiro 10, 2006 ::



Retrospectiva 2005

Para não mudar o padrão, vamos lá!
Em 2005:

Fui em uma das melhores festas depois da virada do ano.
Participei da gravação do DVD do Infected Mushroom.
Toquei em um dos piores lugares da minha vida. E também no melhor.
Fui ao Sambodromo ver o Desfile das Escolas de Samba.
Tive a visão privilegiada da ponte Rio-Niterói de baixo. E passar por ela.
Descobrí que tocar em um barco com o mar meio agitado não é nem um pouco divertido.
Fui na reinauguração do Cine Ideal.
Jantei no Copacabana Palace. E algumas vezes no Gero.
Briguei. De cair na porrada mesmo.
Virei fã de Ruth Lemos e seu sanduiche-iche.
Fiz uma SUPER festa de aniversário, que deu o que falar na Cena.
Fiquei com pessoas BEM interessantes. Algumas menos, outras mais especiais.
Fui no Pão de Açucar. E no Corcovado.
Joguei boliche. E comemorei o niver do Alex lá.
Fiz novos amigos.Alguns viraram GRANDES amigos. Me afestei de outros. Mas creio que não tenha perdido nenhum.
Arrumei 2 esposas.
Comecei a namorar. E percebí que não perdí a capacidade de amar. Apredí que compartilhar a vida com alguém é mais que maravilhoso. E que não devo ter medo disso.
Toquei na Fever, na Spazio, na festa Habeas Corpus, na Space, na Le Boy e na La Colacacion.
Dividi a cabine com os maiores nomes da atualidade no circuito carioca e Nacional.
Tive um Dia dos Namorado doce.
Fiz amizade com as moças da padaria.
Fiquei de luto pela morte de uma grande artista.
Fiquei louco até demais da conta. Uma vez tive até que sair meio que amparado da noitada.
Viagei para Cabo Frio a trabalho.
Viagei para São Paulo pra me divertir.
Ví o Offer Nissim de perto (por duas vezes), tirei foto com ele, bati um papo e até K eu oferecí.
Fiz greve.
Tive incontáveis crises de amigdalite.
Virei fã de carteirinha do maior produtor de House Music do BRASIL a.k.a. FC Nond.
Também virei fã da Ana Paula. E descobrí que ela é uma FOFA!
Fui a um tributo ao Renato Russo.
Comecei a ter uma relação mais amistosa com o Orkut.
Jurei que não ia mais fumar e fumei quase um maço inteiro menos de 24 horas depois.
Tive o pior Natal de minha vida. E foi de mau-humor.
Ví (de pertinho) o DJ Victor Calderone tocando e o elejo como MELHOR set de 2005.
Passei mal nesse mesmo dia.
Passei o melhor Ano Novo que eu poderia ter.

Não necessariamente nesta ordem.
Mas tudo bem.
:: Leo / MaVeR 4:29 PM [+] ::
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Medicamentos vitais

A governadora Rosinha Garotinho aumentou em 879,5% a verba prevista no Orçamento de 2005 para a Secretaria estadual de Comunicação Social, responsável pelo pagamento das campanhas publicitárias e pela divulgação dos atos do governo.
A prioridade do governo Rosinha não é o cidadão, pois setores essenciais como educação, segurança e principalmente saúde encontram-se relegados! É inadmissível, absurdo e cruel que medicamentos vitais e garantidos por lei para doenças crônicas faltem ou sua distribuição se emperre em meandros burocráticos perversos, deixando as famílias que deles dependem em desespero.
Galera, 2006 é ano de eleição. Então vamos pensar um pouco antes de apenas votarmos em branco ou anularmos. Vote consciente!
:: Leo / MaVeR 1:03 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Janeiro 09, 2006 ::



Pra que????

Pra que diabos Deus inventou o ciúmes?
Ô sentimento inútil!

:/
:: Leo / MaVeR 10:38 PM [+] ::
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Terra do Nunca

Nunca compre carro flex, nunca deixe de pegar dupla cidadania, nunca espere nada do seu deputado eleito, nunca entre na Justiça, nunca espere ruas asfaltadas, nunca se aposente, nunca pague IPVA, nunca fique doente, e outros tantos nuncas. Parece conto de fadas mas é verdade, estamos vivendo numa Terra do Nunca. Desanimado? Sim, um pouco. Se desisto? Nunca!

E 2006 ainda tá no começo...


:: Leo / MaVeR 1:52 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Janeiro 06, 2006 ::



Faço de suas, minhas palavras....


Carta a um ausente

Prezado prefeito:
Escrevo-lhe para dizer que o senhor não sabe o que perdeu. Foi pena não estar aqui. Duvido que em Nova York tenha havido um espetáculo como o nosso. O senhor errou de ano. Devia ter viajado na virada de 2004/05, o réveillon da fumaça, se lembra, aquele do vexame. O deste ano foi impecável. Sabe quando tudo dá certo? Em Copacabana até a anunciada chuva esperou para cair depois dos fogos.
Acompanho o réveillon na praia desde quando era apenas um ritual de devotos de Iemanjá, e posso lhe garantir que este foi um dos mais bonitos a que assisti. Primeiro aquela gigantesca procissão de branco saindo das ruas laterais e desembocando na Avenida Atlântica, formando uma espécie de passeata de paz, a maior do mundo. Nenhum sinal de violência. Depois, um coro de 2 milhões de vozes gritando "oh!" e aplaudindo.
E o senhor em Nova York e a governadora em Bonito! Dizem as más línguas que foi por isso que tudo correu tão bem e que a solução para o Rio seria deixá-los lá o resto do mandato. Maldade. Os dois devem ter tido razões muito sérias para se mandarem no dia de nossa festa mais democrática, com a população tendo acesso de graça ao espetáculo: não há lugar especial, todos vêem, basta olhar para cima. A mim me surpreendeu mais a sua ausência, porque de Rosinha não se espera fidelidade a uma cidade que nunca foi sua. Mas o senhor deve ao Rio pelo menos três mandatos.
Na bolsa de especulações correu a versão de que, como suas ações são sempre calculadas, nada é espontâneo ou por acaso, a viagem teria sido de propósito para que o vice-prefeito ganhasse visibilidade e pudesse ser seu eventual sucessor. Não sei, não conheço seu projeto político. O senhor já pensou em deixar a prefeitura para se candidatar à presidência da República; depois, abriu mão da pré-candidatura em benefício de José Serra, se candidato; ultimamente, fala-se que seu objetivo na verdade é o governo do estado. Seria bom que se soubesse o que o senhor pretende da vida.
Mas, quaisquer que sejam seus planos, o apelo é para que, enquanto se mantiver à frente da prefeitura, não fique tão ausente, cuide com mais carinho da cidade, dê-lhe mais atenção. Ponha ordem no caos urbano, prefeito. Uma cidade capaz de uma manifestação como a do réveillon não merece estar tão descuidada - tão sujinha, malcheirosa e esburacada. Uma cidade tão legal entregue à ilegalidade. Lamentável.

Zuenir Ventura - Jornal O GLOBO - 05/01/2006
:: Leo / MaVeR 12:53 AM [+] ::
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