Saiu no blog do Ronald Villardo(clique aqui para ler):
PÁ-RA TU-DO A-GO-RA! CONFIRMADO: MADONNA VEM!
É, leitor amigo, é isso mesmo que você está lendo no título deste post. Ancelmo Gois antecipou no sábado que Luiz Oscar Niemeyer estava em Chicago para assinar o contrato. Pois este blog acabou de saber que ele já assinou e, portanto, estão confirmados dois shows da supermegadiva loura no Brasil: um no Rio e um em São Paulo, em datas e locais ainda não definidos. Serão os últimos shows da turnê 'Confessions on a dance floor'. Ou seja, tudo acaba no Rio mesmo. É nóis.
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gozando elevado a enésima potência!!!!
:: Leo / MaVeR 12:15 AM [+] :: Comentários:
Segue abaixo um texto que escreví para o site E-Party, que foi publicado na seção e-music junto com um set meu:
Começando na vida de DJ
Minha carreira de DJ começou muito por acaso. Um dia, papeando com amigos DJs na extinta World Music, começaram a me incentivar para fazer o curso: que eu tinha ouvido, possuía um conhecimento musical acima da média. E assim, sem pretensão alguma comecei os meus estudos.
Em pouco tempo foi bem perceptível a facilidade com que fui adquirindo as técnicas necessárias para se tornar um bom DJ, e antes mesmo de chegar no meio do curso, eu já estava tocando em churrascos de amigos, festinhas particulares e afins. Daí em diante, para começar a tocar nas boates cariocas foi um pulo. Mas será que é tão fácil assim?
Considero-me um cara de sorte. Em menos de dois anos de carreira, já ter tocado nos maiores Clubs da atual cena tribal carioca (como Le Boy e Cine Ideal) e em festas de grande porte (como La Colocacion) já é um grande motivo de orgulho e satisfação pelo trabalho que venho desenvolvendo, e o melhor de tudo: estar sendo reconhecido. Quanto a isso nada tenho a reclamar. Levando as mãos pro céu e agradeço aos Deuses e, principalmente, ao público, sejam eles amigos, conhecidos e/ou desconhecidos. Mas as reclamações que ando ouvindo de alguns DJs iniciantes, de que não há espaço para eles, que ninguém dá chance, são constantes.
Acredito que grande parte dessa culpa seja pelo "boom" de "cursinhos para DJs" que andam aparecendo no mercado. DJs sem renome, juntam no quintal de sua casa 2 CDJs, 1 pick up (quando tem), um mixer de 2 canais e, sem didática alguma, saem ensinado o que sabem para quem quiser aprender.
Acho isso válido? Com certeza. Conhecimento nunca é demais e quanto mais gente com ouvidos apurados, melhor para cena e melhor para os DJs, que terão seu trabalho sendo bem (ou mal) reconhecido. Mas o discernimento é mais do que necessário na hora da escolha de cursos assim. Procure saber quem é o DJ que estará ministrando o curso, qual é o estilo de seu som (o ideal é procurar um onde o professor tenha um estilo musical similar ao que você pretende tocar. Isso não é uma regra, porque afinal, técnica é técnica, mas a afinidade musical pode ajudar bastante na hora das aulas) e o mais importante de tudo: procure saber as experiências que o DJ professor possui. Não adianta saber como funcionam todos os tipos de equipamento, saber a teoria de todas as técnicas se o cara não tiver experiência. Isso serve tanto para o DJ já profissional quanto para os que estão aprendendo: a prática, e somente ela, é que irão te levar a perfeição.
Depois de formado, o novo DJ sai do curso e começa a arrasar nas festas, certo? Errado.
Outra grande dificuldade é ingressar no mercado como DJ profissional. Ao meu ver, a cena eletrônica no Rio de Janeiro funciona da seguinte maneira: só é bom aonde todo mundo vai. Não adianta você fazer uma festinha legal, em um lugar bacana, com um DJ diferente, para um público segmentado, que se a grande maioria não for, não funciona. Diferente do que acontece em São Paulo, por exemplo. A pouco tempo atrás, passei um fim de semana por lá. Em dois dias (sábado e domingo), fui a cinco Clubs diferentes. Todos cheios. Todos com fila na porta. Todos com um público alvo. Todos com seu estilo comportamental e musical. Esse tipo de coisa não ocorre no Rio. Pelo fato da festa só bombar se todo mundo for, o mercado acaba ficando mais escasso, mais restrito. Conseqüentemente, os novos DJs acabam tendo uma dificuldade um pouco maior para conseguirem se estabelecer. Mas as festas estão aí. Cada dia que passa, figurinhas da noite começam a se tornar novos produtores, arriscando e investindo em novas festas, onde o conceito não é lotação máxima da casa, mas uma noite de qualidade. Musica e atitude em primeiro lugar. A vontade de um cenário eletrônico de melhor qualidade e diversidade na Cidade Maravilhosa são as principais motivações. O que diretamente ajuda os novos (e aos velhos) DJs. Mais festinhas, mais locais para nós tocarmos.
Então, meu conselho para quem está começando: sejam perseverantes, pesquisem bastante, se renovem sempre, pratiquem MUITO e acima de tudo, sejam HUMILDES.
Um grande abraço para todos e nos encontramos pela noite.
sono + chefe chato + sono² + nada pra fazer no trabalho + sono³ + chefe vendo que eu tõ sem fazer nada e tentando me arumar algum serviço sem importância = mau-humor
Só queria que algumas pessoas fossem um pouquinho mais profissionais e um pouco menos hipócritas ao se tornarem tudo o que elas sempre foram contras...
Antes de mais nada, devemos definir preconceito. O que a própria palavra diz: é um conceito antes que ele seja concluído: pré conceito... ou seja, ato de exclusão, por opinião errada e/ou difamatória aos mesmos.
Risadinhas, motivos de chacotas e tudo mais, se encontra na vida de cada dia de um homossexual, principalmente assumido, pois seguiu o famoso conselho "Sai do Armário"...
Que armário é esse afinal? Por que sair de um lugar, que você jamais tenha entrado... não temos que sair de lugar nenhum, eles sim, tem que sair da mente fechada, e acordar, porque enquanto apontam, riem e etc, o filho dele esta na casa do vizinho "só Deus sabe" fazendo o quê...
Somos normais, nascemos assim, então por que sair de um lugar, que na verdade não existe, e ficará sempre o tabu, com relação à sociedade aos gays. Pura hipocrisia, isso sim... com isso muitos homossexuais se sentem desanimados, com medo, vergonha... e etc, mas devemos ressaltar que devemos ser aquilo que somos e nada mais, hoje em dia, estamos aí, lutando pelos nossos direitos, em campanhas, paradas e etc, mas sera que vale realmente à pena?
Sim, vale à pena, pois só assim você prova que não aceita o que a hipocrisia humana não aceita! Pára com isso... Todas as vezes que se fala em homossexualidade, já vem logo na cabeça dos héteros "promiscuidade", pois eles são incapazes de perceber que amamos, choramos, sofremos, TEMOS SANGUE!!! O que há de errado nisso? Temos que ser ridicularizados por não gostarmos de mulheres?
Meninos e meninas homossexuais sofrem muito com o preconceito, principalmente na adolescência, quando têm que aprender a lidar com o seu próprio medo. Eles também receberam uma carga de informaçöes desqualificativas a respeiro da homossexualidade e, quando se vêem homossexuais, acreditam estar condenados a ser tudo o que ouviram falar de ruim sobre "viados" e "sapatonas".
Aos poucos, vão formando um conceito real e pessoal da sua homossexualidade. Livrar-se dos preconceitos é trabalhoso para todos os dias, porque obriga cada um a olhar para seus desejos, muitas vezes guardados secretamente. Mas no fim esse trabalho tem sempre um fìnal feliz, porque todos, héteros, bi e homossexuais podem ficar tranqüilos com suas orientações.
O importante é näo fìcar preso aos preconceitos que nossos país, amigos e a mídia ensinaram, e mostrar para nós mesmos que somos capazes de formar novas idéias, de enriquecer-nos com conhecimentos.
Criar novos conceitos é uma atitude de evolução.